Stone, single de avanço do próximo disco dos Alice in Chains The Devil Puto Dinosaurs Here, que tem data de saída prevista para 28 de Maio, está já disponível para consulta no You Tube:
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sexta-feira, 19 de abril de 2013
«Stone»: single de avanço do novo disco dos Alice in Chains
Stone, single de avanço do próximo disco dos Alice in Chains The Devil Puto Dinosaurs Here, que tem data de saída prevista para 28 de Maio, está já disponível para consulta no You Tube:
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Killswitch Engage «Disarm the Descent»
Poucos pensariam que a banda
conseguiria superar a partida de Jesse Leach, em 2002, pois as expectativas
eram elevadíssimas e Alive or Just
Breathing estava a dar os primeiros passos rumo à conquista do mundo, mas a
verdade é que Howard Jones não só cimentou o nome da banda, como a colocou na
elite do metal moderno.
Fazendo o balanço, ficam três
discos no currículo do ex-Blood Has Been Shed, um registo vocal notável e a
saudade, no entanto Disarm the Descent
assinala o regresso do filho pródigo nas vozes: Jesse Leach, que regressou em
2012. Depois de se ter interessado numa
carreira profissional de bartender e
ter passado por momentos de grande turbulência pessoal e espiritual, Leach
juntou-se em 2010 com Adam Dutkiewicz para gravar The Hymn of a Broken Man com os Times of Grace – suponho que o
projecto tenha terminado -, uma espécie de rampa de preparação para o sexto
disco dos Killswitch Engage da actualidade: muita melodia, bons solos de
guitarra, letras diversificadas centradas no positivismo e um som mais polido.
Killswitch Engage II (2009) revelou-se um desapontamento quer para
o ouvinte, quer para a própria banda, que segundo o que me foi permitido
averiguar, respeitou a vontade do anterior vocalista e apresentou um disco mais
melancólico e sombrio - o único na carreira do quinteto de Massachusetts -,
cambaleando sobre um mar de problemas pessoais e falta de alento que culminaram
com a sua saída; o disco não foi mau, no entanto ficou a sensação de
desperdício de talento por parte de todos os elementos, aliada a uma produção deficiente.
De qualquer das formas, Disarm the
Descent foi produzido novamente pelo guitarrista Adam Dutkiewicz.
Disarm the Descent é um disco muito agradável de princípio ao fim,
recheado de bons solos heavy metal, blast beats ocasionais, refrões orelhudos e
melódicos, acompanhados por bons berros energéticos e vozes limpas, como manda
a tradição. Jesse Leach é actualmente um dos mais versáteis e monstruosos
vocalistas do metal, tal é o alcance e versatilidade da sua voz, explorando as
transições rápidas entre o agressivo e o limpo/melódico, acompanhado em segundo
plano pela habitual voz de Adam Dutkiewicz. No geral, os temas exploram o já
referido positivismo e o carácter do ser humano, a vontade de triunfar e a
paixão de viver com determinação, aconteça o que acontecer – neste aspecto,
continuam a ser uma das bandas mais empolgantes de todos os tempos.
In Due Time, The Hell in Me,
No End in Sight, Beyond the Flames e a
quasi-balada Always são os temas que
destacaria e que espelham a intensidade de um disco que assinala a passagem de
testemunho entre vocalistas. Disarm the
Descent bebe um pouco de Times of Grace e do passado da banda, adequando-se
aos tempos modernos sem defraudar ninguém e capaz de cativar novos ouvintes.
8/10
sábado, 16 de março de 2013
Clive Burr, ex-Iron Maiden, morre aos 56 anos
Clive Burr faleceu na passada terça-feira enquanto dormia, vítima de esclerose múltipla. O talentoso baterista que gravou os três primeiros álbuns dos britânicos Iron Maiden - Iron Maiden, Killers e The Number of the Beast - deixou o grupo em 1982 e prosseguiu carreira com Trust, Stratus, Gogmagog, Elixir, Desperado e Praying Mantis, acabando por deixar a música devido aos avanços da esclerose múltipla.
Bruce Dickinson, vocalista dos Iron Maiden, referiu no site da banda que lamenta a morte de um amigo que mesmo nos tempos difíceis da esclerose múltipla «nunca perdeu o sentido de humor e irreverência».
Clive Burr nasceu em Londres, 1957.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Killswitch Engage apresentam vídeo oficial de «In Due Time»
Os norte-americanos Killswitch Engage apresentaram o vídeo oficial para In Due Time, o primeiro single de avanço do próximo disco Disarm the Descent.
O sexto disco de carreira do grupo tem data de lançamento prevista para o dia 1 de Abril na Europa.
Vídeo de In Due Time:
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Robert Plant disponível para reunião dos Led Zeppelin
Depois de o próprio se ter distanciado da banda, Robert Plant revelou recentemente que está disponível para uma reunião da veterana banda de rock 'n' roll britânica. Em declaraçãos ao programa australiano 60 Minutes, o vocalista afirmou que não tem «nada para fazer em 2014» e que é preciso apenas «falar com Jimmy Page e Paul Jones» para que a banda se reúna.
Os Led Zeppelin tocaram pela última vez a 10 de Dezembro de 2007, em Londres, com Jason Bonham na bateria, substituindo o seu falecido pai John Bonham.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Novo disco de Killswitch Engage em Abril
Os norte-americanos Killswitch Engage revelaram que o novo disco Disarm the Descent será editado a 1 de Abril na Europa e dia 2 na América. O grupo de metalcore, agora com o vocalista original Jesse Leache de regresso, disponibilizou ainda o tema de avanço In Due Time para consulta no You Tube.
Alinhamento de Disarm the Descent:
1. The Hell in Me
2. Beyond the Flames
3. New Awakening
4. In Due Time
5. A Tribute to the Fallen
6. The Turning Point
7. All That We Have
8. You Don't Bleed for Me
9. The Call
10. No End in Sight
11. Always
12. Time Will Not Remain
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Alice in Chains com «The Devil Put Dinosaurs Here»
Já é conhecido o nome do próximo disco dos Alice in Chains: The Devil Put Dinosaurs Here. O título do quinto álbum dos norte-americanos sobreviventes da vaga grunge dos anos 90' foi escolhido pelos próprios fãs e verá a luz do dia em Maio deste ano.
Entretanto, a banda disponibilizou aqui o vídeo do making of de Hollow, single do novo disco.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Cult of Luna ao vivo no Hard Club, Porto, 28/01/13
Fotografia: Ricardo Almeida
O final de Janeiro assinalou o regresso
de uma das bandas mais originais e intensas que a Suécia criou nos últimos 15
anos. Praticantes de uma sonoridade vanguardista que vagueia algures pelo
post-rock e o sludge atmosférico, os Cult of Luna tinham estado por cá em 2005
e 2007, altura em que se encontravam a promover os seminais Salvation e Somewhere Along the Highway, respectivamente. Na bagagem trouxeram
consigo a novidade Vertikal,
inspirado no filme Metropolis de Fritz
Lang, um disco ligeiramente diferente do habitual, mas com o cunho pessoal do
grupo.
Por motivos pessoais, não foi
possível assistir à primeira parte do concerto que esteve ao encargo de HHY.
Por volta das 22h00, num ambiente escuro e intimista, o conjunto liderado por
Johannes Persson, já sem Klas Rydberg na voz, entrou em palco ao som hipnotizante
de The One e I: The Weapon, dois temas do novo disco que resultaram de forma excelente,
assim como todo este novo disco. De facto, em disco são uma das maravilhas que
a vida tem para nos dar, mas é sobretudo em palco que a sonoridade desta banda
toca profundamente na mente e coração. O concerto prosseguiu a marcha e
aumentou a temperatura da sala 2 do Hard Club com a percussão brutal de Ghost Trail e a beleza melancólica de Finland, dois temas bem conhecidos e muito
aguardados por parte da plateia.
Seguiram-se os trinta minutos introspectivos
de Mute Departure a Vicarious Redemption, depois o regresso
a Kingdom Eternal através do tema Owlwood, e novamente lá fomos nós para Vertikal. O material antigo destes
suecos é tão bom e diversificado que ficamos sempre com uma ligeira sensação de
que “podiam ter tocado este e aquele tema”, - e teria sido grandioso ouvir Leave Me Here, Waiting For You
ou Dim, entre tantos outros - mas verdade
seja dita, a tripla final Passing Through
/ Disharmonia / In Awe Of encheu as medidas de quem se deslocou ao Porto e
convenceu os mais cépticos em relação à direcção ligeiramente menos melódica e
mais mecânica do novo disco.
Por último, há que referir que a
qualidade do som na sala esteve simplesmente divinal: as vozes, ainda que
gritadas durante quase todo o concerto, foram audíveis o tempo todo, sem sobreposição
da distorção maciça do baixo e das três guitarras, e os dois bateristas puderam
explorar os seus instrumentos sem causar dores de ouvidos ao público. Esperemos
que os Cult of Luna regressem num futuro muito, muito próximo.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
My Bloody Valentine regressam com novo disco
Os irlandeses My Bloody Valentine editaram ontem o seu terceiro disco de carreira: m b v. O famoso grupo de shoegaze/indie dos anos 80, liderado por Kevin Shields, regressa assim de forma algo inesperada aos registos musicais, depois de terem lançado Isn't Anything (1988) e Loveless (1991).
As reacções por parte da imprensa ao disco têm sido muito positivas, como comprova a pontuação máxima que a Vinyl Face atribuiu.
Alinhamento de m b v:
01. She Found Now – 5:06
02. Only Tomorrow – 6:22
03. Who Sees You – 6:12
04. Is This and Yes – 5:07
05. If I Am" – 3:54
06. New You – 4:59
07. In Another Way – 5:31
08. Nothing Is – 3:34
09. Wonder 2 – 5:52
Alinhamento de m b v:
01. She Found Now – 5:06
02. Only Tomorrow – 6:22
03. Who Sees You – 6:12
04. Is This and Yes – 5:07
05. If I Am" – 3:54
06. New You – 4:59
07. In Another Way – 5:31
08. Nothing Is – 3:34
09. Wonder 2 – 5:52
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Black Flag reúnem-se
Surpreendentemente, Greg Ginn anunciou a reunião de uma das mais lendárias bandas de hardcore punk dos anos 80: Black Flag. Ginn, o guitarrista fundador da banda, reuniu-se com Ron Reyes - o vocalista do grupo em 1979 - e Gregory Moore, faltando ainda por saber quem será o baixista.
Os Black Flag gravaram, entre outros discos, os seminais My War e Damaged, e foram muito provavelmente a maior banda de hardcore dos anos 80, juntamente com Bad Brains, Dead Kennedys e Minor Threat. Os norte-americanos têm para já datas marcadas para os Estados Unidos e Europa, de onde se destaca a sua presença no festival espanhol Resurrection Fest a decorrer este Verão.
A banda encontra-se também a compor material para um novo disco que não contará com Henry Rollins na voz.
sábado, 26 de janeiro de 2013
Cult of Luna no Hard Club e Paradise Garage
Está por dias a visita dos suecos Cult of Luna ao nosso país. Inseridos na vaga do sludge, post-hardcore e metal, os Cult of Luna regressam ao nosso país nos dias segunda e terça-feira para promover o seu novo disco, Vertikal, trazendo na bagagem Somewhere Along the Highway, Cult of Luna, Salvation, The Beyond e Eternal Kingdom.
A primeira parte dos concerto no Paradise garage será assegurada pelos portugueses Process of Guilt, e HHY no Hard Club.
A primeira parte dos concerto no Paradise garage será assegurada pelos portugueses Process of Guilt, e HHY no Hard Club.
Vertikal encontra-se disponível para audição na página da Brooklyn Vegan.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Converge reeditam «Caring and Killing»
Os Converge vão reeditar este ano o seu primeiro disco Caring and Killing via Hydra Heads Records. Esta colecção de material da banda de Massachusetts foi remasterizada por Alan Douches nos estúdios West West Music e a qualidade de som promete ser a melhor entre todas as edições deste disco. Aaron Turner, dono da editora, e Jacob Bannon envolveram-se ambos no novo artwork do disco.
Este disco faz parte da Hydra Health, um projecto de revitalização da Hydra Head Records.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Alcest «Les Voyages de l’Amê»
As barreiras
que separam o rock do metal estão progressivamente a ceder, e isso é algo que
deve ser enaltecido. Há uns bons anos seria impensável imaginar uma ligação
entre o indie rock e o metal, especialmente o metal de carácter mais extremo;
mas como a sociedade e a própria cultura evoluem, os preconceitos caem e o
próprio Thurston Moore, dos Sonic Youth, se envolveu recenetemente com
Twilight, um projecto que reúne músicos de Nachtmystium, Krieg e Leviathan.
Da decadência e
ódio dos Peste Noire até à luz e energia positiva: assim é a história de Neige,
o mentor destes Alcest. Como explicado na crítica à reedição de Le Secret, Neige aborda aqui o «conjunto de memórias da sua infância
que o levavam para um mundo onírico, distante da Terra, habitado por fadas e
composto por riachos, árvores e grandes florestas que emitem uma luz forte
adornada por pérolas e onde a música celestial preenche o ar puro de perfume». Pois, este tipo de comentários vindo de alguém
com um passado enraizado no black metal extremo seria impensável há poucos anos,
mas é bom constatar que as palas vão caindo.
Comparativamente com Écailles
de Lune, que globalmente é mais melancólico e se
divide em duas partes - a primeira metade agressiva e intensa, o resto do disco
abraça o som mais ambiente e melódico, Les
Voyages de l’Amê funciona como uma viagem mais etérea e onírica. De facto,
e sem ter operado uma mudança radical no som, Neige explora neste disco um lado
mais melódico e (ainda mais) harmonioso, com vozes ainda mais limpas alternadas
com laivos berrados. Autre Temps, o
primeiro tema do disco, deambula pelos dedilhados, guitarras semi-acústicas,
coros graciosos e orelhudos, definindo muito daquilo que o disco vai revelar,
em traços gerais. Tal como o blast beating típico do black metal, os primeiros
gritos surgem em Là où Naissent les Couleurs Nouvelles, um dos temas mais fortes e convincentes do
álbum, resgatando o legado do indie e do shoegaze do final dos anos 80, desaguando
num bonito solo à la Dinossaur Jr. Ainda
assim, refira-se que os gritos e a percussão black metal dão aqui e ali o ar da
sua graça, visto que estão bem camuflados neste conceito de harmonia que Neige
visou implementar.
Les Voyages de
l’Amê solidifica
ainda mais a discografia da banda, elevando ainda mais a harmonia e beleza
deste projecto, e neste ponto a produção polida ajuda de sobremaneira.
8.5/10
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Mudhoney editam novo trabalho
Os Mudhoney preparam-se para editar o seu 9º registo de originais, Vanishing Point, no dia 1 de Abril na Europa. O primeiro tema da banda, The Only Son of the Widow from Nain, está disponível para download gratuito aqui.
Mark Arm, vocalista da banda, promete um disco de rock feito "para ser tocado ao vivo".
Alinhamento do registo:
1) Slipping Away
2) I Like It Small
3) What to Do with the Neutral
4) Chardonnay
5) The Final Course
6) In This Rubber Tomb
7) I Don’t Remember You
8) The Only Son of the Widow Nain
9) Sing This Song Of Joy
10) Douchebags on Parade
domingo, 13 de janeiro de 2013
Black Sabbath com novo disco
A lendária banda britânica de metal revelou hoje que o seu novo disco de originais se vai chamar 13 e que será editado no mês de Junho. Este registo está a ser gravado com Bradd Wilk, baterista dos Rage Against the Machine e a produção encontra-se a cargo de Rick Rubin (Slayer, AC/DC, Beastie Boys, etc).
13 assinala o regresso de Ozzy Osbourne à banda, depois de em 1978 ter gravado Never Say Die e ter perseguido carreira a solo.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Deftones «Koi No Yokan»
Koi no yokan é uma expressão japonesa atribuída a situações em que
duas pessoas se apaixonam e têm o pressentimento de que vão ficar juntas até
que a morte as separe. É um bonito conceito que encaixa perfeitamente, uma vez
mais, num disco de Deftones. Aconteceu sobretudo com White Pony e Diamond Eyes.
White Pony é um dos melhores discos rock de todo o sempre, um
disco que trouxe para a ribalta bandas de diferentes quadrantes musicais com
aptidões pela experimentação shoegaze e dreampop, e a verdade é que o disco
continua fresco e altamente original, 13 anos após o seu lançamento. Deftones, de 2003, revelou-se-me um
álbum difícil de entender e apreciar, mas hoje dou-lhe o seu devido valor e
reconhecimento. No entanto, não é um WhitePony, nem é isso que o ouvinte deve pedir a uma banda: chocolate é bom, mas
os vegetais também fazem falta. Espero que me esteja a fazer entender.
A mais pura das verdades é que
este colectivo norte-americano, de Sacramento, se mantém com a inspiração em
alta: Koi No Yokan transpira beleza, emana
sensualidade, harmonia e um dispersa uma ligeira melancolia misteriosa. Em
termos criativos, a inspiração do legado The Cure e de outros monstros da
pop/rock dos anos 80 e a sua fusão com o rock melódico adocicado com colheradas
de metal, cortesmente servidas pela guitarra de Carpenter, dão um encanto
especial ao mundo deftoniano. Ainda assim, convém não reduzir a sonoridade à
fórmula matemática thecure+pop/rock+metal, pois isso implicaria mascarar uma
banda que soube amadurecer sem ter que seguir as tendências do mercado. Como
classificar uma pérola como Leathers?
Em termos líricos, é um tema transcendente: «This is your chance… / revolt, resist! Open
you chest, look down, reach in / shedding your skin, showing your texture / time
to let everything inside show / you're cutting all ties now and
forever, time to let everything outside you.»
Entre 11 temas fortíssimos,
escolher separadamente é como perguntar a uma criança se gosta mais do pai ou
da mãe, mas ainda assim espero que as associações de pais e menores espalhadas
por este mundo fora não se zanguem comigo: os riffs pesados de Swerve City, o brilho e vida de Leathers, a birra de Poltergeist, a melancolia de Entombed, a hipnose rítmica de Graphic Nature, o refrão de Tempest, e o amor de What Happened to You? Chino Moreno canta
e encanta cada vez mais e melhor, é um facto que deve ser mencionado: é assustador conferir a sua evolução desde
Adrenaline, mas a audácia e empenho
costumam premiar os melhores.
É um pouco
subjectivo comprar este disco com o anterior. No entanto, Koi No Yokan alimenta-se de forma ainda mais profunda, mais
emocional, comparativamente a Diamond Eyes.
9/10
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